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Nazaré e Região

Considerada por muitos como a mais típica praia de Portugal, encanta o visitante pela sua beleza natural.

O clima ameno, as gentes simpáticas e hospitaleiras, uma luz magnífica, as tradições e artes de pesca fizeram da Nazaré musa de pintores e artistas, celebrada em todo o mundo.

A formosa enseada nazarena é protegida e abrigada pelo seu majestoso promontório, no cimo do qual se encontra o Sítio da Nazaré. Parte integrante da vila, ao Sítio deve-se chegar no ex-libris da terra, o Ascensor, que proporciona uma vista memorável dos horizontes da praia. Lá no alto do Sítio, do Miradouro do Suberco, o olhar perde-se num dos mais belos panoramas marítimos do país. Aqui, lenda e religiosidade encontram-se no culto de Nossa Senhora da Nazaré.

A Pederneira, núcleo primitivo da comunidade piscatória, é a guardiã tranquila das memórias de outras eras. Outrora porto de mar dos Coutos de Alcobaça e ativo estaleiro naval, hoje contempla o desenvolvimento da praia que se estende a seus pés.

 O Porto de Pesca e Recreio, a sul da praia, faz a síntese da história da vila, onde passado e presente se aliam para melhorar o futuro dos nazarenos.

Percorrer as ruas estreitas, perpendiculares ao mar, onde a vida transcorre ao ritmo de ventos e marés, é descobrir a essência destas gentes. Expansivas e alegres, escondem tristezas num sorriso aberto, falam a cantar e encantam pelo seu modo de ser e de vestir.

Envolta em cheiros de sal e maresia, a Nazaré convida os seus visitantes a degustarem umas belas sardinhas assadas ou uma suculenta caldeirada, entre outras iguarias típicas da beira-mar.

Vibrante, desportiva, animada, para férias, lazer ou passeio, a Nazaré dispõe de todos os encantos para o fazer regressar.


Lagoa da Pederneira

A extensa área aplanada que hoje é a várzea da Cela/Valado dos Frades e da Maiorga, ladeada a ocidente pela Serra da Pescaria e a oriente pelas colinas do Bárrio, foi em tempos ocupada por uma ria que progressivamente se transformou num estuário lagunar, designada por Lagoa da Pederneira. As zonas que flanqueavam esta Lagoa terão sido povoadas desde o Paleolítico e ao longo do Neolítico. São abundantes os achados arqueológicos do Neolítico, bem como da ocupação romana, na periferia do limite da Lagoa da Pederneira, sobretudo nos bancos mais interiores, como Valado, Cós, Maiorga, Fervença, Cela e Famalicão. As sucessivas ocupações humanas destes períodos são praticamente coincidentes em termos de localização, e delimitam uma superfície imersa indicando que neste troço litoral a superfície terá permanecido pouco alterada até há cerca de 2000 anos atrás. Apesar do assoreamento natural, as principais transformações morfológicas parecem ser posteriores, com grande responsabilidade para a atividade antrópica. A ocupação visigótica da região (séc. VII) está documentada por várias torres que marginavam a laguna, localizadas estrategicamente para a defesa e sinalização das áreas onde provavelmente funcionavam pequenos portos. Os documentos do século XIII referem ainda o acesso por barcos aos portos de Fervença e da Pederneira, que os monges de Alcobaça utilizavam para exportação de sal. No século XIV, a área entre a Mata da Torre, Valado dos Frades e S. Bartolomeu seria ainda coberta por água salgada, formando uma lagoa já bem mais reduzida, em comunicação com o mar por uma barra (associada a uma barreira) situada no estrangulamento da Ponte da Barca ou talvez mais a jusante, a norte do Cafurno.

Apesar dos problemas de assoreamento desta barra se encontrarem bem documentados desde o séc. XIV, o porto da Pederneira tinha, nesta altura, grande desenvolvimento e importância económica que se prolongou ao séc. XV. A partir desta data o seu declínio foi rápido, devido ao intenso assoreamento resultante da expansão da agricultura em toda a área dominada pelo Mosteiro de Alcobaça. Esta atividade fazia-se à custa da destruição de parte das florestas e matos, o que muito acelerou a erosão. Os detritos resultantes, transportados pela rede hidrográfica, depositaram-se nas baixas adjacentes, entulhando o leito e a foz dos rios. Em finais do século XVI, o primitivo porto interior de águas calmas foi mudado para a “praia da enseada de Nossa Senhora de Nazareth” (“porto da vila da Pederneira”). Por esta altura, o porto funcionaria no abrigo do promontório do Sítio e da arriba da Pederneira e a barra situar-se-ia em frente à Pederneira, cerca de 800m a sul do Sítio, permitindo a passagem apenas a pequenos barcos que ainda subiam ao longo do rio Alcoa. Em meados do século XVIII e princípios do século XIX, o problema da inundação das áreas adjacentes agravou-se com o declínio da Abadia de Alcobaça. Com a instabilidade vigente, a limpeza dos rios e das valas de drenagem deixou de ser feita, bem como a manutenção da barra. O que veio provocar o progressivo assoreamento que conduziu à colmatação total desta baixa no séc. XX. Ambiente: Sedimentar Idade: Holocénico Tipo de Rocha: Depósitos aluviares

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